“Aparece defronte de quem se passeie por trilhos campestres e inóspitos. Se não se parar de olhar, ele vai crescendo até que as costas arquearem e, qual contorcionista faz uma ponte, tendo nas mãos um par de pilares e nos pés o outro. Devemos então atirar o que tivermos calçado sob o arco do seu corpo. Se o sapato passar sob o arco do aventesma, podemos seguir caminho. Se o sapato fôr devolvido, temos de voltar para trás e procurar outro caminho. Escusado será dizer que incumprir com a crença e fazer a travessia sem autorização do aventesma trará má fortuna e desgraça a quem ouse tal coisa.”
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